Violência Doméstica
A violência doméstica se manifesta em formas física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, com características como controle, humilhação, agressões e ameaças, operando num ciclo de tensão e "lua de mel" que dificulta a saída da vítima, sendo crucial buscar ajuda ligando 180, 190 (emergência), registrando BO e procurando a rede de apoio (Delegacias da Mulher, Casa da Mulher Brasileira) para medidas protetivas e acolhimento, conforme a Lei Maria da Penha.
Principais características da violência doméstica
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Física: Agressões que deixam ou não marcas, como tapas, socos, chutes.
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Psicológica: Humilhação, xingamentos, controle de roupas e dinheiro, vigilância constante, abalando a autoestima e a autonomia da vítima.
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Sexual: Forçar relações sexuais ou atos sexuais indesejados por intimidação, ameaça ou força.
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Patrimonial: Destruição de bens, documentos, instrumentos de trabalho ou controle do dinheiro para limitar a independência financeira.
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Moral: Calúnia, difamação e injúria, prejudicando a reputação da mulher.
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Ciclo da Violência: Agressão, arrependimento (lua de mel) e aumento da tensão, repetindo-se com intensidade crescente, dificultando a percepção do abuso.
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Controle: O agressor controla a vida da vítima, limitando suas escolhas e sua liberdade.
O que fazer
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Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher para orientação e informações sobre a rede de apoio, funciona 24h, gratuita e anônima.
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Ligue 190: Em caso de agressão física iminente ou em andamento, para acionar a polícia imediatamente.
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Delegacia da Mulher/Comum: Registre um Boletim de Ocorrência (BO) para iniciar o processo legal e solicitar medidas protetivas de urgência, mesmo sem advogado, na presença do juiz ou promotor.
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Busque Apoio: Procure a Defensoria Pública, Ministério Público, Centros de Referência da Mulher ou a Casa da Mulher Brasileira (em cidades que possuem) para acolhimento e assistência.
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Grite por Socorro: Se estiver em perigo, peça ajuda a vizinhos, grite ou vá a um hospital, onde há policiais de plantão.
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Patrulha Maria da Penha (153): Para mulheres com medidas protetivas já concedidas, para proteção e acompanhamento.
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Considere a Rede de Apoio: Rede de apoio social (amigos, familiares) e serviços de saúde são fundamentais para a superação, junto com a consciência dos direitos.


